«De 1912 a 1915, Raul Brandão sentiu uma espécie de tentação histórica, que aliás se enquadrava perfeitamente no gosto e nas tendências da época, e que deu origem a duas obras, El-Rei Junot e Vida e Morte de Gomes Freire.(...)» «Nesta obra, os subtítulos oferecem uma espécie de resumo das várias coordenadas que se inter-jogam: "Quem matou Gomes Freire — Beresjord, D. Miguel Pereira Forjaz, o Principal Souza — Mathilde de Faria e Mello — Cartas e Documentos Inéditos"; os títulos dos capítulos dão uma ideia do tipo de sucessividade narrativa — "Campanhas", "Cartas"; "Pela Liberdade"; "Vida Íntima"; "Hum principalmente..."; "Inicia-se o Processo"; "O Processo"; "Um Homem de Estado"; "O Mistério"; "Felizmente Há Luar". Como se vê, não há um fio cronológico rígido, mas uma contínua amostragem de ambientes e processos, havendo a preocupação de salientar o meio obscurantista e arbitrário, que provocou a condenação e morte do protagonista.»
Travessa de Porcelana numerada da Colecção editada em memória do Respeitável General Gomes Freire de Andrade
5.º Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano, de 1815 a 1817, cargo que desempenhava ao ser preso e executado implicado e acusado de liderar uma conspiração, em 1817, contra a monarquia de Dom João VI, em Portugal continental representada pela Regência, então sob o governo militar britânico do marechal William Carr Beresford. Foi, em Maio desse ano, detido, preso, tratado como um criminoso, conhecendo, apenas, um simulacro de julgamento, no qual foi seu advogado de defesa Filipe Arnaud de Medeiros, e condenado à morte e enforcado (embora tenha pedido para ser fuzilado junto ao Forte de São Julião da Barra, em Oeiras, por crime de traição à Pátria junto com outras onze pessoas: o coronel Manuel Monteiro de Carvalho, os majores José Campelo de Miranda e José da Fonseca Neves e mais oito oficiais do Exército
Essa data, 18 de Outubro, foi, durante mais de um século, dia de luto na Maçonaria Portuguesa. Ainda hoje o seu nome é venerado como um dos grandes maçons e mártires da Liberdade de todos os tempos, tendo sido numerosas as lojas crismadas com o seu nome e abundantes os iniciados que o escolheram como nome simbólico. Ficou na História como símbolo dos mártires da Liberdade.
Travessa de Porcelana da Colecção editada em memória do Respeitável General Gomes Freire de Andrade
5.º Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano, de 1815 a 1817, cargo que desempenhava ao ser preso e executado implicado e acusado de liderar uma conspiração, em 1817, contra a monarquia de Dom João VI, em Portugal continental representada pela Regência, então sob o governo militar britânico do marechal William Carr Beresford. Foi, em Maio desse ano, detido, preso, tratado como um criminoso, conhecendo, apenas, um simulacro de julgamento, no qual foi seu advogado de defesa Filipe Arnaud de Medeiros, e condenado à morte e enforcado (embora tenha pedido para ser fuzilado junto ao Forte de São Julião da Barra, em Oeiras, por crime de traição à Pátria junto com outras onze pessoas: o coronel Manuel Monteiro de Carvalho, os majores José Campelo de Miranda e José da Fonseca Neves e mais oito oficiais do Exército
Essa data, 18 de Outubro, foi, durante mais de um século, dia de luto na Maçonaria Portuguesa. Ainda hoje o seu nome é venerado como um dos grandes maçons e mártires da Liberdade de todos os tempos, tendo sido numerosas as lojas crismadas com o seu nome e abundantes os iniciados que o escolheram como nome simbólico. Ficou na História como símbolo dos mártires da Liberdade.
Partindo de um pressuposto - desvendar a Maçonaria - a presente obra cinge-se a um plano específico de abordagem ensaística: percorrer o fio condutor que desvela uma estrutura que se define como discreta, daí que este seja um livro aberto para dar a conhecer a sua História e os seus Símbolos. Por fim, realce ainda para o inédito estudo sobre a Ordem de Molay. Pretende ser um texto fiel às origens e desenvolvimento de uma das mais famosas e misteriosas sociedades da humanidade.
Moeda da Colecção editada em memória do Respeitável General Gomes Freire de Andrade
5.º Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano, de 1815 a 1817, cargo que desempenhava ao ser preso e executado implicado e acusado de liderar uma conspiração, em 1817, contra a monarquia de Dom João VI, em Portugal continental representada pela Regência, então sob o governo militar britânico do marechal William Carr Beresford. Foi, em Maio desse ano, detido, preso, tratado como um criminoso, conhecendo, apenas, um simulacro de julgamento, no qual foi seu advogado de defesa Filipe Arnaud de Medeiros, e condenado à morte e enforcado (embora tenha pedido para ser fuzilado junto ao Forte de São Julião da Barra, em Oeiras, por crime de traição à Pátria junto com outras onze pessoas: o coronel Manuel Monteiro de Carvalho, os majores José Campelo de Miranda e José da Fonseca Neves e mais oito oficiais do Exército
Essa data, 18 de Outubro, foi, durante mais de um século, dia de luto na Maçonaria Portuguesa. Ainda hoje o seu nome é venerado como um dos grandes maçons e mártires da Liberdade de todos os tempos, tendo sido numerosas as lojas crismadas com o seu nome e abundantes os iniciados que o escolheram como nome simbólico. Ficou na História como símbolo dos mártires da Liberdade.
Jóia da colecção editada em memória do Respeitável General Gomes Freire de Andrade com a inscrição "Morrei Livres" vem acompanhada de um pin que é uma réplica da jóia.
5.º Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano, de 1815 a 1817, cargo que desempenhava ao ser preso e executado implicado e acusado de liderar uma conspiração, em 1817, contra a monarquia de Dom João VI, em Portugal continental representada pela Regência, então sob o governo militar britânico do marechal William Carr Beresford. Foi, em Maio desse ano, detido, preso, tratado como um criminoso, conhecendo, apenas, um simulacro de julgamento, no qual foi seu advogado de defesa Filipe Arnaud de Medeiros, e condenado à morte e enforcado (embora tenha pedido para ser fuzilado junto ao Forte de São Julião da Barra, em Oeiras, por crime de traição à Pátria junto com outras onze pessoas: o coronel Manuel Monteiro de Carvalho, os majores José Campelo de Miranda e José da Fonseca Neves e mais oito oficiais do Exército
Essa data, 18 de Outubro, foi, durante mais de um século, dia de luto na Maçonaria Portuguesa. Ainda hoje o seu nome é venerado como um dos grandes maçons e mártires da Liberdade de todos os tempos, tendo sido numerosas as lojas crismadas com o seu nome e abundantes os iniciados que o escolheram como nome simbólico. Ficou na História como símbolo dos mártires da Liberdade.